sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Situação das Obras





TRECHO CENTRO DE MANUTENÇÃO - ESTAÇÃO ASA SUL


Hoje, 11/02/2010, começaram a remover as árvores e arbustos do trecho Centro de Manutenção - Asa Sul.
















































Serviço de terraplenagem junto à saída do Centro de Manutenção.



CENTRO DE MANUTENÇÃO


No CM continua a terraplenagem e a locação dos pilares, já em estado avançado. Não vai demorar muito para começar a subir os primeiros pilares.





































VIADUTO W3

Prossegue a retirada de solo.

VIADUTO ASA SUL

Pude ver, pela posição das estacas, que o viaduto sobre a linha do metrô será esconso.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Obras do VLT Brasília estão a todo vapor

Revista Ferroviária
09/02/2010

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VLT fabricado pela Alstom será usado em Brasília. Foto: Hamilton Penna

As obras para implantação do primeiro VLT moderno da América Latina estão em andamento na capital. Estão em construção um novo viaduto, que ligará o Setor Policial Sul à W3 Sul, e o Centro de Manutenção do VLT (próximo à estação Terminal Asa Sul do Metrô DF). O viaduto visa melhorar o trânsito no local e permitir a passagem do Metrô Leve da W3 para o Terminal Asa Sul do Metrô. Durante a obra serão plantadas mais de 18 mil árvores do cerrado como compensação ambiental.
Em 2008, através da licitação organizada pelo GDF, o consórcio formado pela líder Alstom e as empresas Via Engenharia, Mendes Júnior e TCBR foi o vencedor. Atualmente, o governo do Distrito Federal está aguardando a assinatura do contrato de financiamento com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para custear a primeira parte do trecho a ser construído (Terminal Asa Sul – Setor Comercial Norte). A linha 1, que compreende três trechos, tem o custo estimado de R$ 1,5 bilhão. A primeira etapa – Trecho 2 – custará R$ 780 milhões, sendo R$ 400 milhões financiados pela AFD.
O projeto de construção do VLT de Brasília prevê 22 quilômetros de linha e 25 estações, com uma frota de 39 veículos. A expectativa é que o Metrô Leve, como também é chamado, transporte de 180 a 200 mil passageiros/ dia. Os investimentos previstos são da ordem de R$ 1,3 bilhão, com 50% a serem obtidos com a agência Francesa de Desenvolvimento, 40% negociados com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e 10% através de recursos próprios do governo local. A conclusão das obras está prevista para 2013. Este ano serão iniciados os estudos básicos para implantação da Linha 2 do VLT no Plano Piloto, que ligará o Memorial JK à Praça dos Três Poderes.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O retorno dos bondes modernos


08/02/2010 - O Estado de S.Paulo

Quase 200 anos depois do surgimento dos primeiros bondes, em Nova York, e quase um século após a Light ver rejeitada a sua proposta de construção de três linhas de metrô em São Paulo, prefeitos de várias cidades brasileiras tentam agora reequilibrar a rede de transporte urbano de passageiros que, desde a década de 20, priorizou o sistema rodoviário. Prefeitos mostram-se dispostos a instalar mais de 700 quilômetros de trilhos em seus municípios, por onde circularão Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), trens urbanos, metrôs leves e pesados.
Hoje, a participação do transporte metroferroviário de passageiros nas cidades brasileiras não chega a 10%. Existem, em todo o País, 15 sistemas metroferroviários, que transportam 1,2 bilhão de passageiros anualmente. Os ônibus metropolitanos e urbanos transportam 20 bilhões de pessoas no ano. Nos últimos dez anos, no entanto, a demanda dos sistemas ferroviários urbanos aumentou em mais de 30%, enquanto os ônibus urbanos perderam esse mesmo porcentual de passageiros pagantes.
Ao anunciar o PAC da Mobilidade Urbana, composto por 47 projetos para melhorar a infraestrutura aeroportuária, de transporte e de hotelaria nas 12 cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014, o ministro das Cidades afirmou que 30% do investimento total será destinado aos projetos de transporte sobre trilhos. O governo federal destinará R$ 7,68 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos novos sistemas de transporte, reforma de aeroportos e melhoria da rede hoteleira, o que, com as contrapartidas dos governos municipais e estaduais, somará R$ 11,48 bilhões.
Diante do alto custo de instalação do metrô e das dificuldades para adotar o Bus Rapid Transit (BRT) - sistema de ônibus baseado em corredores exclusivos, livres de cruzamentos e outras interferências, a maior parte dos prefeitos voltou seus olhos para os VLTs. Levantamento realizado pela reportagem do Estado mostrou que 13 das 27 capitais brasileiras têm projetos de instalação desses bondes modernos, de 40 metros de comprimento e capacidade para transportar entre 15 mil e 35 mil passageiros por hora. Outras cidades menores, do sul ao norte do País, também estudam a adoção do modelo.
Especialistas em transporte urbano de passageiros alertam para a necessidade de planejar detalhadamente a instalação desses sistemas para que não acabem sucateados como ocorreu com a iniciativa pioneira - e eleitoreira - de Campinas, no interior paulista.
São projetos que, de fato, têm um grande apelo eleitoral, mas também exigem um alto investimento inicial. Assim, só devem ser aprovados quando, efetivamente, oferecerem uma boa relação custo-benefício, ou seja, quando melhoram indiscutivelmente a qualidade do serviço prestado à população. Nas cidades que sediarão jogos da Copa, há um fator extra a ser observado: é preciso concentrar investimentos em projetos que trarão benefícios aos passageiros, mesmo após a realização do campeonato.
Em São Paulo, por exemplo, será investido R$ 1,08 bilhão na Linha Ouro do monotrilho que ligará o Aeroporto de Congonhas ao Morumbi - uma obra de óbvio impacto para o mundial. No entanto, é necessário que sejam planejadas obras complementares de integração da linha com outros modais para que esse meio de transporte seja plenamente utilizado pelos passageiros dos bairros próximos depois de 2014. Ou será mais um grande empreendimento público levando nada a lugar nenhum.
Bem planejados, os projetos de transporte urbano sobre trilhos podem produzir resultados socioeconômicos e ambientais que, em pouco tempo, garantam o retorno do investimento. Se eficazes no atendimento dos passageiros, permitem a redução do número de automóveis nas ruas e, consequentemente, do índice de acidentes, do gasto de combustível e da manutenção das vias, do tempo das viagens e da poluição atmosférica e sonora.
Evidentemente, os projetos existentes nas principais cidades não são suficientes para resolver a questão do transporte público urbano no País, mas representam um bom início.

Empresários defendem o VLT

Jornal da Comunidade/DF 
06 de fevereiro de 2010

Com a derrubada da liminar que suspendia as obras do veículo leve sobre trilhos, comerciantes da W3 enxergam agora a chance de retomada do comércio da região

Desde o dia 27 de janeiro o governo do Distrito Federal e o Ministério Público travam um embate a respeito da construção do veículo leve sobre trilhos, o VLT. Isso porque o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) determinou naquela data a imediata suspensão das obras e dos processos de empréstimos entre o GDF e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além disso, a verba destinada às empresas que iniciaram a construção do projeto haviam sido bloqueados. A liminar ainda estabelecia multa diária no valor de R0 mil podendo chegar até R milhões, caso a decisão da Justiça não seja cumprida.

A justificativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para o pedido de suspensão da obra era de que o edital de pré-qualificação e contrato da obra eram ilegais, pois segundo a promotoria a concorrência pública foi iniciada antes do projeto básico ter sido concluído. A ação civil pública proposta pelo MP alegava que o projeto do VLT não tinha previsão orçamentária no Plano Plurianual (PPA) deste ano.

Para o secretário de Transportes, Alberto Fraga, a decisão do Ministério Público foi precipitada e impensada. "O Ministério Público agiu precipitadamente. Ele alegou que a obra não tinha projeto básico, o que não era verdade. O projeto básico estava concluído, embora na fase de pré-qualificação não fosse obrigatório. Ele é obrigatório somente na fase de licitação", argumentou. Ainda de acordo com Fraga a decisão do Ministério Público por mais que tivesse razão não deveria ter sido tão radical.

"A decisão de suspender a obra não deveria ser uma suspensão temporária, não teve sentido solicitar a suspensão definitiva. Por mais que o Ministério Público esteja zelando pela legalidade, nós do Governo de forma alguma vamos agir na ilegalidade em uma obra de tamanha importância para a cidade", defende o secretário.

No entanto, na segunda-feira (2), o Tribunal de Justiça voltou atrás da decisão de paralisar as obras e os processos de empréstimos. Segundo a decisão do tribunal, a retomada da construção do VLT visa evitar reflexos negativos em projetos que visam a melhoria do transporte para a população do DF. Assim o trabalho do governo se volta agora para a conscientização de que a obra trará benefícios para a cidade.

Empresários desejam revitalização da W3

Inicialmente os empresários da Avenida W3 ficaram decepcionados com a decisão da Justiça. Para eles, a construção do VLT é a chance de retomada do comércio da região. "Nós, comerciantes estamos contrariados com a decisão do Tribunal de Justiça. O VLT veio para valorizar nosso comércio. Enxergamos nessa obra a chance de ver a retomada das atividades comerciais dessa região esquecida pela população", defende Hely Walter Couto, empresário.

Pioneiro de Brasília, Hely mora na cidade há 52 anos e durante sete anos foi prefeito da Avenida W3. É considerado um dos comerciantes mais antigos da região atuando na avenida há exatos 50 anos, onde na classe empresarial ocupou diversos cargos, sendo o último presidente do Sindivarejista. Segundo ele, a paralisação da obra está diretamente ligada a situação do governador. "A situação do governador Arruda não deve interferir nas obras que beneficiarão a cidade. As lideranças empresariais devem tomar uma posição a favor de Brasília. Pois, o governador está sendo massacrado pela mídia sem condições de defesa. Se existe falhas estas devem ser apuradas pelos órgãos competentes e não pela Justiça", opina.

A mais de 10 anos o empresário vem lutando pela revitalização da W3. Uma sugestão do empresário para que isso aconteça seria a construção de uma praça luminosa para servir de lazer para a população que mora ali. "A W3 merece um local de lazer para adultos e crianças assim como para os turistas que vêm conhecer nossa cidade", sugere Hely.

De acordo com a administradora de Brasília, Eliana Klarmann, a construção do VLT beneficiará não só a região da W3, mas a população como um todo do Distrito Federal. "Brasília já está sofrendo por causa dos engarrafamentos, por melhor que tenha sido o planejamento, e como toda a cidade encontra transtornos por conta disso. É importante que a gente tenha um transporte coletivo de massa que atenda a população. E que esse transporte ofereça qualidade para que aqueles que têm carro possam deixar seu veículo em casa e utilize o sistema de transporte", observa.

Para a administradora a resistência em cima da construção do VLT é natural e que a aceitação de uma obra de tamanha importância ocorra de forma gradativa. "Existe sempre uma resistência muito grande das pessoas por conta de projetos gigantescos que possam mudar a realidade da cidade. Mas a medida que o transporte vai se mostrando eficiente as pessoas vão começar a aderir a ideia", aposta Eliana Klarmann.

http://www.st.df.gov.br/

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Obras do VLT serão retomadas amanhã

Secretaria de Estado de Transportes
(01/02/2010 - 20:09)


As obras do Veículo Leve sobre Trilhos serão retomadas a partir de amanhã (2). O TJDFT revogou hoje (1) a liminar que suspendia a construção do metrô leve, bem como o processo de empréstimo a ser firmado com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). O secretário de Transportes, Alberto Fraga, comemorou a decisão e disse que o GDF sempre teve confiança na Justiça. “Sabíamos que o Judiciário não deixaria uma obra desta importância ficar paralisada”, ressaltou.
 
A decisão do presidente do TJDFT, desembargador Nívio Gonçalves, visa evitar grave lesão à ordem pública, devendo prevalecer à atividade administrativa que, em caso, objetiva solucionar os problemas encontrados no caótico sistema de trânsito do Distrito Federal. Especialmente, por se tratar da implantação de um meio de transporte moderno, eficiente e ambientalmente responsável. O desembargador levou em consideração ainda a perda de credibilidade do GDF perante a comunidade financeira internacional.
 
A construção do VLT teve início no dia 28 de novembro. A previsão é de que até o final do ano seja concluído o primeiro trecho do projeto, que partirá do Terminal Asa Sul, cortando a via W3 Sul e chegará até a altura da 502 Norte. O trajeto completo ligará o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek ao Terminal da Asa Norte e deverá ficar pronto em 2014, ano da Copa do Mundo.
 
A liminar que suspendeu as obras, no dia 27 de janeiro, proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), alegava que o edital de pré-qualificação e contrato eram ilegais, porque a concorrência pública foi iniciada antes de o projeto básico da obra ter sido concluído. Além disso, não havia previsão orçamentária no Plano Plurianual (PPA) ou na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Obras do VLT serão retomadas nesta terça-feira

http://www.correiobraziliense.com.br...CA+FEIRA.shtml
Noelle Oliveira
Publicação: 01/02/2010 20:08

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) derrubou nesta segunda-feira (1º/2) a liminar que suspendia as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) . De acordo com decisão do tribunal, a suspensão das obras causaria lesão "ao hoje já caótico sistema de trânsito do Distrito Federal, especialmente tratando-se de iniciativa voltada à implantação de meio de transporte coletivo".

A liminar, concedida no último dia 27, determinava, também, o bloqueio de todos os valores empenhados às empresas do consórcio Brastram, responsável pelas obras, cujas notas ainda não tivessem sido liquidadas. Os processos de empréstimo firmados pelo Distrito Federal com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também estavam congelados.

Com a nova decisão do tribunal as obras do VLT são retomadas nesta terça-feira (2/2), bem como os processos de empréstimo. "Agora é importante uma conscientização de que essa obra é boa para a cidade", afirmou o procurador-geral do DF, Marcelo Galvão.

O pedido de liminar foi feito em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A Promotoria alega que o edital de pré-qualificação e contrato são ilegais, porque a concorrência pública foi iniciada antes de o projeto básico da obra ter sido concluído. Além disso, não haveria previsão orçamentária no Plano Plurianual (PPA) ou na Lei Orçamentária Anual (LOA). "Tinha certeza que a Justiça teria que rever essa decisão, até porque não cometeríamos uma irresponsabilidade dessas de assumir uma obra desse porte sem ter dinheiro para isso", afirmou o secretário de Transportes, Alberto Fraga.

Justiça libera obras do VLT



Tribunal de Justiça do DF derruba liminar que suspendia as obras. Secretário de Transporte diz que as atividades serão retomadas nesta terça-feira (2)

O presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), desembargador Nívio Gonçalves, decidiu nesta segunda-feira (1º) derrubar a liminar que suspendia as obras de implementação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Brasília. Segundo a defesa do GDF, a liminar concedida no dia 27 de janeiro pela 1ª Vara de Fazenda Pública do DF, a pedido do Ministério Público do DF, sustentava grave lesão à ordem pública, já que as obras suspensas visam à melhoria da segurança e do transporte oferecidos à população do Distrito Federal.

Com a suspensão da liminar, o governo pode dar andamento às obras imediatamente. Segundo o Secretário de Transporte, Alberto Fraga, as atividades serão retomadas já nesta terça-feira (2).

Proposta do VLT

O VLT promete mudar a paisagem urbana de Brasília. A capital federal deverá ser a primeira cidade latina a oferecer uma tecnologia de metrô leve, com a primeira linha ligando o aeroporto internacional à zona sul, norte e central, passando pela região hoteleira.

O veículo viabiliza todo um novo remanejamento da malha viária na região central de Brasília, apto a desafogar o intenso fluxo de automóveis que transitam diariamente na região e ambientalmente responsável por diminuir substancialmente a emissão de gases poluentes na atmosfera.


Tribunal de Justiça do DF derrubou, nesta segunda-feira (1), liminar que suspendia obras do VLT.

Foto: Mary Leal

Fabiana Bandeira – Agência Brasília

Fonte: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...CD_CHAVE=95248